Coincidência? Sem Zé Ricardo, Vasco faz seu melhor jogo na temporada

Causa: Zé Ricardo não é mais o técnico do Vasco. Consequência: O Gigante da Colina fez a sua melhor partida na temporada em vitória por 3 a 2 sobre o Náutico. Será que foi apenas coincidência? É claro que não.

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Sem o antigo treinador que privilegiava mais o sistema defensivo do que o ataque, o Cruzmaltino demonstrou um futebol solto no estádio do Arruda. Em 45 minutos, a equipe havia marcado dois belos gols, com Figueiredo e Andrey Santos, sem ser ameaçado pelo adversário. No segundo tempo, entretanto, o time sucumbiu a pressão, sofreu dois gols, mas teve Nenê marcando o terceiro e dando tranquilidade aos vascaínos.

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Mesmo sob pressão na etapa final, o Vasco da Gama conseguiu, sem Zé Ricardo, demonstrar força diante de um adversário desesperado pela vitória. Não vimos um time acuado e assustado pela volúpia adversária, mas sim uma equipe com boa postura e pronta para explorar os espaços de contra-ataque.

O problema era Zé Ricardo?

Emílio Faro, membro permanente da comissão técnica vascaína, foi quem comandou a equipe do banco de reservas. Sua estreia não foi brilhante, entretanto ele manteve a base da equipe que vinha sendo escalada e conseguiu dar mais liberdade ofensiva aos jogadores de ataque.

Zé Ricardo, por sua vez, não era o único problema vascaíno, mas com ele o time não deslanchava, não encantava. Os motivos para isso são as escolhas do ex-comandante que enfatizava mais o setor defensivo do que o ofensivo. Com ele, a equipe sofreu 2 gols em 10 jogos; sem ele levou 2 gols em 1 jogo.

A escolha é simples: mais ataque ou mais defesa. Contra o Náutico e sem Zé Ricardo, o Vasco mostrou que pode ter mais e melhores opções ofensivas.

Foto: Daniel Ramalho/Vasco



  


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