A base seria a solução? Revelações do Vasco seguem pouco utilizadas em 2022

Quando a fase de um time é ruim, cabe à crônica esportiva tentar entender o que acontece e projetar possibilidades. Na última segunda-feira, você pôde ler que reforços recentes buscam espaço e entrosamento no Vasco.  Isso é um fato. Outro fato é o baixo aproveitamento de jogadores revelados na base do clube. Estariam neles opções capazes de fazer o time evoluir?

Análise: Como Vasco deve jogar com o novos reforços?

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O planejamento para esta temporada já previa baixa utilização dos jovens, e o passar dos jogos, semanas e meses confirmou isso. E nos dois últimos jogos – os primeiros pela Série B do Campeonato Brasileiro -, somente Gabriel Pec (em ambas as partidas) e Figueiredo (na mais recente) foram titulares.

Entraram no decorrer dessas duas partidas o próprio Figueiredo, o zagueiro Zé Vitor e o meio-campista Juninho. Quantidade pequena considerados os 11 jogadores de linha formados em São Januário que fazem parte do elenco cruz-maltino.

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Vale ressaltar que a chegada de novos jogadores, já lembrada no primeiro parágrafo deste texto, pode diminuir o espaço das revelações vascaínas. No Campeonato Carioca e na Copa do Brasil, elas já foram pouco aproveitadas: Juninho e Pec estiveram em 14 jogos, Figueiredo e Ulisses – atualmente lesionado – em dez.

Além dos citados, Zé Ricardo tem à disposição, atualmente, jogadores como Riquelme, Andrey, MT e Vinícius. E aí, você daria chance a algum deles?

Fonte: UOL